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Reflexões Empresariais 1

Publicado em 14 de janeiro de 2021
Eu não acredito que alguém cria uma empresa para pagar impostos ou para simplesmente ganhar dinheiro. Alguém cria uma empresa por algo maior que isso, um porque maior, uma razão maior, que tem a ver com sentimento também.

E também o início da empresa teve aquela esperança de felicidade, de alegria por estar criando algo bom, algo útil para todos e não só para si. Porém, na maioria dos casos, nos perdemos na burocracia e esquecemos do principal, dessa razão, desse porque inicial, desse contentamento. E quando isso acontece a empresa emperra, pois não é mais regida pelo que é mais forte que é a sua razão de existir e sim por de coisas menores como fazer duplicatas, pagar impostos ou vender/comprar.

Esses pequenos objetivos devem ser súditos perfeitos do algo maior que está lá no inicio, daquele sentimento de felicidade, daquele objetivo maior, do porque, do ímpeto criativo. É só largar as amarras e se soltar ao sabor do vento do sentimento primeiro do início da empresa, que tudo volta a fazer sentido e com sentido, a vida da empresa fica mais viva e vibra mais alto. Aí, nem precisa de propaganda, vai que vai, fica a ponto de voar. Claro, pode até fazer propaganda sim, mas que ela propague alegria de uma empresa que sabe porque existe, porque lembrou daquele início, quando tudo era legal e cheio de energia.

Cabe ao empresário lembrar esse porque, essa razão maior, envolvida por aquele sentimento de alegria do início, aquele vamos lá, vamos fazer acontecer! Todo o resto é burocracia que não leva a nada.

Para finalizar, lembro uma frase de um grande publicitário, o Júlio Ribeiro: O sonho é a parte mais importante da realidade.

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